Dream and reality

Ontem li o seguinte: “pensa em 3 coisas que absolutamente não queres deixar de fazer antes de morreres. Faz a lista. 3 coisas.” Eu pensei… foi fácil. Mas depois veio a segunda parte: “o que fizeste nos últimos tempos para realizares esses objectivos? Faz a lista”. …

 

Todos nós temos sonhos, coisas que levamos no coração, na mente, e que pensamos que nos orientam no que fazemos. A maneira de ver se esses sonhos são o que realmente nos motiva, é avaliando aquilo que estamos a fazer para os atingir. Se não estás a fazer nada… é porque não é assim tão importante.

 

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Gentle on my mind

It’s knowin’ that your door is always open
And your path is free to walk
That makes me tend to leave my sleepin’ bag
Rolled up and stashed behind your couch
And it’s knowin’ I’m not shackled
By forgotten words and bonds
And the ink stains that have dried upon some line
That keeps you in the back roads
By the rivers of my memory
That keeps you ever gentle on my mind

It’s knowin’ that your door is always open
And your path is free to walk
That makes me tend to leave my sleepin’ bag
Rolled up and stashed behind your couch
And it’s knowin’ I’m not shackled
By forgotten words and bonds
And the ink stains that have dried upon some line
That keeps you in the back roads
By the rivers of my memory
That keeps you ever gentle on my mind
It’s not clingin’ to the rocks and ivy
Planted on their columns now that bind me
Or something that somebody said because
They thought we fit together walkin’
It’s just knowing that the world
Will not be cursing or forgiving
When I walk along some railroad track and find
That you’re movin’ on the back roads
By the rivers of my memory
And for hours you’re just gentle on my mind
Though the wheat fields and the clothes lines
And the junkyards and the highways come between us
And some other woman’s cryin’ to her mother
‘Cause she turned and I was gone
I still might run in silence
Tears of joy might stain my face
And the summer sun might burn me till I’m blind
But not to where I cannot see
You walkin’ on the back roads
By the rivers flowin’ gentle on my mind
I dip my cup of soup back from a gurglin’ cracklin’ cauldron
In some train yard
My beard a rustlin’ coal pile
And a dirty hat pulled low across my face
Through cupped hands ‘round a tin can
I pretend to hold you to my breast and find
That you’re waitin’ from the back roads
By the rivers of my memory
Ever smilin’, ever gentle on my mind

 

Das decisões

Dizemos que as decisões que tomamos estão habitualmente marcadas por uma visão, por aquilo que queremos que aconteça ou que pensamos que vai acontecer. Mas esta visão nunca é “pura”; está enviesada pela capacidade de compreensão da realidade actual. Isto é bastante óbvio, dirás, porque não temos outro ponto de partida que não seja a realidade actual. Sim.

É aqui que está a questão: como leio a realidade? Como construo a compreensão de quem sou eu (e as minhas circunstâncias)? Como me liberto da limitação de procurar aquilo que confirma o que penso e de rejeitar o que o nega ou contradiz? (Sim, isto acontece a todos)

As decisões levam com os adjetivos, mas o problema está no pensamento que nos leva até elas.

A decisão é fácil. Difícil é o que acontece antes e depois – viver com as consequências da decisão tomada.

Pronto. Já podem ir para dentro que está frio. Adeus.

Tenho que acabar com isto…

Tenho que acabar com a falta de tempo para escrever. Gosto de escrever. Divirto-me a escrever. Sei que os meus textos são fraquinhos, mas não estou preocupado com a fraquinhez (toma lá um neologismo, como quem se contradiz na mesma frase) daquilo que escrevo.

Tenho que acabar com a falta de tempo para escrever. Gosto de escrever. Divirto-me a escrever. Sei que os meus textos são fraquinhos, mas não estou preocupado com a fraquinhez (toma lá um neologismo, como quem se contradiz na mesma frase) daquilo que escrevo.

Longe vai o dia em que escrevi neste meio pela última vez. Nem vou ver a data. Mas sei que é muito. Mais do que 1 semana… But, then again, who’s couting? Tu, caro único leitor deste brilhante-e-ignorado-espaço, sei que não estás. O outro que falta, eu, também não. Pronto. Mais um parágrafo inútil. Adiante.

Muito vai acontecendo, no meu reino de parvoíce bebida a tragos lentos (um momento surrealista! não estavas à espera desta, pois não?). Podia dizer coisas sobre os certos e sucessivos sinais que surgem sem serem solicitados. (pimba! uma aliteraçãozinha só para dizer: “aqui estou eu”) Mas iria maçar-te, porque são coisas verdadeiramente desinteressantes e, de uma maneira geral, aborrecidas (e acabo este brilhante parágrafo com uma tautologia. sou um mestre do inutilismo).

Bem, todas estas palavras para dizer que por aqui o tempo vai assim.

I sunshine mixed with hurricane

 

Uma linda e familiar palavra: procrastinação

Equívoco: Tu procrastinas porque és preguiçoso e não consegues gerir bem o teu tempo.

Verdade: A procrastinação é alimentada pela fraqueza perante um impulso e pelo falhanço de pensar sobre pensar.

A verdade é que acabamos por escolher, na maioria das vezes, aquilo de que mais gostamos, o que nos sabe melhor no momento.

nualan: Procrastinar o no procrastinar

 

Lighthouse 2

i am a lighthouse
in a desert and i stand alone
i dream of an ocean that was here a long time ago
and i remember his cool waters and i still glow

LIGHTHOUSE
(Antje Duvekot/ Kate Klim)

you, you’re not the first to ask
and probably not the last
and i don’t expect you to understand

why i stayed upon this rock
after the birds had gone
and all of the waves turned to sand

i am a lighthouse
in a desert and i stand alone
i dream of an ocean that was here a long time ago
and i remember his cool waters and i still glow

these days, the sunlight has bleached my paint
and the moonlight has made it plain
that nobody needs me to call them home

but i swear there was a time when i
would shine for him through the night
and he was the only ocean that i have known

i am a lighthouse
in a desert and i stand alone
i dream of an ocean that was here a long time ago
and i remember his cool waters and i still glow

now my lantern bears a crack
and i know he will not be back
but i will leave the light on forever

i am a lighthouse
in a desert and i stand alone
i dream of an ocean that was here a long time ago
and i remember his cool waters and i still glow

Entitlement

Apesar de não ser meu, subscrevo. São excertos recortados livremente por mim de um texto do Seth Godin.

«Entitlement is the joy killer. When you receive something you feel entitled to, something expected, that you believe you’ve earned, it’s not worth much. And when you don’t receive it, you’re furious. After all, it’s yours. Already yours.

The entitled yet frightened voice says, “What’s the point of contributing if those people aren’t going to appreciate it sufficiently?”

The universe, it turns out, owes each of us very little indeed. Hard work and the dangerous commitment to doing something that matters doesn’t get us a guaranteed wheelbarrow of prizes… but what it does do is help us understand our worth. That worth, over time, can become an obligation, the chance to do our best work and to contribute to communities we care about.
When the work is worth it, make more of it, because you can, and because you’re generous enough to share it.»

entitlement